O ministro da saúde, Eduardo Pazuello e o governador Ronaldo Caiado(DEM) participaram da inauguração oficial da Maternidade Municipal Célia Câmara, na manhã desta sexta-feira (11), em Goiânia.

Durante o discurso, o ministro da saúde deu detalhes sobre a compra das vacina contra a Covid-19. “Precisamos estar juntos nesses momento para concluir a missão do tratamento da Covid-19 até nós termos a vacina. Determinei em reuniões em Brasília para que nós buscássemos recursos necessários para a compra de todas as vacinas para vacinar todo o nosso povo”, afirmou Pazuello.

“Determinei também tivéssemos contratos não vinculantes inicialmente, mas memorandos de entendimento com todas as fabricantes de vacina se disponibilizarem no nosso país. Isso está acontecendo, o nosso plano de imunização é nacional, nenhum estado da federação será tratado de forma diferente. Nenhum brasileiro terá vantagens sobre outros brasileiros, isso é um compromisso meu, do governo e do presidente Jair Bolsonaro” destacou o ministro.

Pazuello ainda salientou que “não há no mundo uma vacina registrada, o que nós estamos vendo na Inglaterra é a autorização emergencial de uso para grupos restritos e com assinatura de responsabilidade individual”. A mesma autorização foi realizada na quinta-feira (10) pelos Estados Unidos e segundo o ministro da saúde, será requisitada no Brasil.

“Mas não é isso que nós consideramos como solução. A solução será a vacina registrada, segura e distribuída para toda população brasileira. Onde não vamos passar reponsabilidade a quem está recebendo a vacina, a reponsabilidade será das autoridades que estarão oferecendo a vacina de forma gratuita e voluntária”, frisou.

O ministro da saúde também ressaltou que a previsão para a vacinação está condicionada aos registros e autorizações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Cobrarei pessoalmente a Anvisa, para que seja célere dentro de toda a responsabilidade, dentro de toda segurança. Para que a Anvisa seja o mais séria e o mais rápida possível me nos dar os registros e autorizações necessárias para o uso”, concluiu.

Assim com o ministro, o Governador Ronaldo Caiado também ressaltou que a vacina deverá ser distribuída de forma igualitária. “Não podemos deixar permear na cabeça dos brasileiros que amanhã existirá um Brasil com vacina e um Brasil sem vacina, isso não existirá mais”, declarou.

“Sabemos que hoje nós temos a Pfizer sendo um laboratório que entrega, mas não tem um registro. Tem a autorização do uso emergencial da vacina, nenhuma outra tem o uso emergencial. E como tal a vacina será aplicada em grupo de risco de acordo com a autorização de quem vai recebê-la”, frisou Caiado.

A Pfizer foi aprovada em caráter emergencial no Reino Unido e começou a ser sendo aplicada nesta semana. Ronald Caiado reafirmou que a vacina será requisitada pelo Brasil.

“No momento em que as vacinas forem registradas, todas elas virão, independente de onde elas forem produzidas. Seja ela produzida em qualquer quadrante do mundo, ela tendo registro, será aplicada. Chegando aqui a primeira aquisição da Pfeizer, ela será imediatamente requisitada pelo governo”, finalizou.