Registrado no Boletim Informativo Diário (BID), o atacante Léo Sena que já está no dia a dia do Goiás Esporte Clube, está liberado pela CBF para defender a equipe alviverde no Campeonato Brasileiro. Boa parte da torcida gostou da contratação do atleta que se profissionalizou e ganhou projeção nacional no Verdão.
Só que para ser utilizado, o jogador de 26 anos, tem que receber do médico Sérgio Rassi – um dos principais cardiologistas do país – um aval de que ele pode voltar a praticar futebol, sem risco de morte.
O médico foi procurando há alguns meses por Léo Sena para pegar uma opinião sobre complicações que teve após contrair a Covid-19. O jogador teve miocardite pós viral, que é algo raro e causado por qualquer virose. A sequela pode resultar em insuficiência cardíaca, que depois pode ter resolução espontânea.
Porém em alguns casos, ela pode causar áreas de fibroses e cicatrizes – que podem até chegar a um foco de arritmia cardíaca. Segundo Sérgio Rassi é aí que está o problema. As vezes ela pode ser potencialmente maligna. Algo muito sério e que pode levar uma pessoa até a morte súbita.
Os exames feitos na Itália mostraram esse problema. Sena acabou na sequência acertando sua rescisão de contrato com o Spezia e ficou livre no mercado, despertando interesse de clubes como Vasco e São Paulo, mas chegou a um acordo com o Goiás.
Após procurar Sérgio Rassi, o jogador precisou realizar uma ressonância magnética para saber se ainda existem as cicatrizes provocadas pela miocardite pós viral. O resultado dos exames, serão conhecidos nas próximas horas e a torcida e oração para que as cicatrizes já não existam mais, o que liberaria Léo Sena para voltar aos gramados e fazer o que gosta.
Esse é o motivo para tanto cuidado da diretoria do Goiás em conduzir o caso.










