O ex-deputado Nilo Resende formalizou seu pedido de aposentadoria do Tribunal de Contas do Município (TCM) nesta quarta-feira (12) e não é mais conselheiro no órgão. A atitude foi tomada enquanto tramita na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a extinção do TCM.

Nilo contou, em entrevista à Sagres, que dois ou três deputados conversaram com ele, explicando que ele foi indicado anteriormente e “a roda gira”. “Eu não fui pressionado, eu fui convidado. É uma plavra mais cortes com o parlamento.”

Confira à íntegra:

O, agora, ex-conselheiro, afirmou que a questão de fechar o Tribunal de Contas é uma prerrogativa da Alego, mas que os últimos movimentos podem fazer a PEC, “equivocada”, perder força. Na primeira sessão da casa após a oficialização da aposentadoria de Nilo Resende, o deputado estadual Humberto Aidar (MDB) foi definido como indicação.

“Alguns parlamentares dizem que a questão é a economia. Eu disse para eles que economia não procede […] Enfim eu vejo que ela perde força e sentido por dois motivos: não economiza e tem a possível indicação de Humberto Aidar”.

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A aposentadoria, segundo Nilo, estava prevista para março de 2022, quando ele optaria por se candidatar a um cargo eletivo na Alego ou na câmara dos deputados. Porém, o ex-conselheiro afirmou estar muito feliz com a provável indicação de Humberto Aidar, além de sentir que cumpriu seu dever no Tribunal de Contas. “Eu gostaria de enfatizar a importância do nosso tribunal, agradecer os servidores do TCM e por ter passado oito anos lá”.