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“O apostolado das Mães é o serviço silencioso com o Céu, em que apenas a Sabedoria Divina pode ajuizar com exatidão.
Ser mãe é ser anjo na carne, heroína desconhecida, oculta à multidão, mas identificada pelas mãos de Deus.(….)”
Agar – Chico Xavier – Livro MÃE.
“Honrarás pai e mãe – a Lei determina. Não te esqueças, porém, de que nove meses antes que os outros te vissem a face, a tua presença na Terra era o segredo da vida, entre o devotamento materno e o Mundo Espiritual.
Na juventude ou na madureza, lembrar-te-ás da mulher frágil que, sendo moça, envelheceu, de repente, para que desabrochasses à luz, e, trazendo o ideal da felicidade como sendo uma taça transbordante de sonhos, preferiu trocá-lo por lágrimas de sofrimento, para que tivesses segurança no berço.” Emmanuel – Chico Xavier, livro MÃE.
Houve, contudo, alguém que dispensou todos os toques e associações mentais, vozes e visões.
Foi Maria, sua Divina Mãe.
O Filho Bem Amado vivia eternamente, no infinito mundo de seu coração.
Seu olhar contemplava-O, através de todas as estrelas do Céu e encontrava-Lhe o hálito perfumado em todas as flores da Terra.
A voz d’Ele vibrava em sua alma e para compreender-Lhe a sobrevivência bastava penetrar o iluminado santuário de si mesma.
Seu Filho – seu amor e sua vida – poderia, acaso, morrer?…
E embora a saudade angustiosa, consagrou-se à fé no reencontro espiritual, no plano divino, sem lágrimas, sem sombras e sem morte!…
Homens e mulheres do mundo, que haveis de afrontar, um dia, a esfinge do sepulcro, é possível que estejais esquecidos plenamente, no dia imediato ao de vossa partida, a caminho do Mais Além. Familiares e amigos, chamados ao imediatismo da luta humana, passarão a desconhecer-vos, talvez, por completo. Mas, se tiverdes um coração de mãe pulsando na Terra, regozijar-vos-eis, além da escura fronteira de cinzas, porque aí vivereis amados e felizes para sempre!
Irmão X( Humberto de Campos)- Chico Xavier, livro Lázaro Redivivo.








