Goiás deverá receber no início da próxima semana a primeira remessa de vacinas produzidas pela farmacêutica norte-americana Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNTech.
De acordo com a assessoria da Secretaria Estadual de Saúde (SES-GO), a possibilidade é que cerca de 17 mil doses do imunizante cheguem na segunda-feira, dia 3 de maio.
Contudo, a assessoria informa que tanto a data de chegada das vacinas quanto a quantidade de doses podem mudar. Essa remessa de imunizantes da Pfizer-BioNTech foram produzidas em Puurs, na Bélgica.
Essas 17 mil unidades fazem parte da remessa de 1 milhão de vacinas que o governo federal receberá nesta quinta-feira (29), por meio do Ministério da Saúde, que fará a distribuição aos estados.
Será a 16ª remessa de vacinas que Goiás receberá desde o início da campanha de imunização da Covid-19. Até então, o estado só recebeu unidades produzidas pelas Universidade de Oxford e AstraZeneca, e da Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan.
A expectativa do Ministério da Saúde é receber 100 milhões de doses da vacina da Pfizer-BioNTech até o final do terceiro trimestre de 2021. O imunizante já possui registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pode ser aplicado em pessoas a partir de 16 anos de idade, em duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas.
O Ministério da Saúde afirma que a distribuição será feita em duas partes. Inicialmente, serão 500 mil vacinas para aplicação da primeira dose, e o restante para o reforço. Nesta remessa, somente as 27 capitais receberão os imunizantes da Pfizer-BioNTech, que precisam ser armazenadas em temperatura de -70ºC.
15ª remessa
No início da tarde desta quarta-feira (28), o governador Ronaldo Caiado (DEM) anunciou por meio de suas redes sociais a chegada de uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 em Goiás. De acordo com o democrata, até quinta-feira (29), Goiás receberá mais 161.200 doses de vacina contra o coronavírus, sendo 3.200 da CoronaVac, fabricada pelo Instituto Butantan e 158.000 da AstraZeneca produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).







