VÁRIOS
O modelo de gestão por meio de Organizações Sociais (OSs), que já vigora na Saúde e em breve será implantado na Educação estadual, não vai parar por aí e pode ser adotado, proximamente, também em outras áreas do Estado, conforme adiantou a estas ENTRELINHAS o secretário extraordinário Antônio Faleiros.
QUAIS
Segundo Faleiros, algumas das implantações já estão em estudo. Na área da Cultura, a Orquestra Filarmônica pode ter sua gestão passada para OSs, bem como, na área de Esporte, o Centro de Excelência do Esporte, no antigo Estádio Olímpico. Os Centros de Acolhimento (ou Internação) de Menores também deverão ter a gestão terceirizada. “E em outras áreas que forem surgindo. O governo quer é prestar um bom serviço para a população, e esta parceria demonstrou que deu certo”, afirmou.
POLÍTICA
Faleiros lembra que a parceria do Estado com a iniciativa privada através das OSs é uma política do governo Marconi, que começou em 2001, quando do desenvolvimento do CRER, mas foi incrementada mesmo na gestão dele como secretário da Saúde, no mandato anterior do tucano. “Colocamos todos os nossos hospitais sob parceria”, assinala o ex-secretário da Saúde.
PIONEIRO
Aliás, o tema das OSs está tão em alta na alta cúpula do governo que o próprio governador Marconi Perillo revelou a meta mais imediata dele na área, durante visita ao Hugol na última sexta-feira. Quer tornar Goiás o estado conhecido como pioneiro na adoção do modelo na Educação.
DEFINIÇÕES
Grande expectativa no meio político hoje com a possibilidade de serem escolhidos em Brasília, os últimos nomes que serão os membros da Comissão Especial do Impeachment contra a presidente Dilma.
BANCADAS
Muitas bancadas grandes, como a do PSDB, marcaram reuniões para isto. Ao todo, a Comissão será composta por representantes de 25 partidos.






