A categoria de trabalhadores técnico-administrativos em educação promoveu na última segunda-feira (15) uma nova Assembleia Geral da greve. Foi definido que o movimento terá continuidade.
O Coordenador Geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos em educação (SINTE-IFES) João Pires afirmou que eles estão mais motivados pelas declarações do Ministro da Fazenda Guido Mantega, em que anuncia que em função da crise econômica, há dinheiro suficiente para abastecer os cofres dos grandes empresários, mas não haverá recursos para o reajuste de salário dos servidores públicos em 2011.
“Vamos dar continuidade à greve, fortalecer o movimento, fazer uma marcha à Brasília, adotando medidas no interior da Universidade para envolver o conjunto da comunidade universitária”, declara.
Segundo ele, há 47 universidades paralisadas no país. São mais de 155 campi avançados dos Institutos Federais também paralisados, participando da greve.
O Ministério do Planejamento e Educação já está discutindo a pauta de reivindicação desde 2007. Por envolver reajustes de salários, envolve também aprimoramento da carreira, de acordo com o Coordenador João Pires, além da realização de novos concursos para suprir os cargos em falta.
“Nós ainda mantemos a postura de garantir o funcionamento pleno do Hospital das Clínicas, porque mexe com uma área de pesquisa da Universidade e atende uma população muito carente”, analisa.









