Haile Pinheiro sempre escolheu os presidentes dentro do Goiás Esporte Clube.

Sua escolha mais feliz, quando os quesitos são responsabilidade e honestidade, foi Sérgio Rassi.

Na maioria das vezes, Haile errou ao abençoar seus homens de confiança para a administratação do clube.

Os exemplos são vários e quem vive o dia a dia da Serrinha sabe quem são esses exemplos.

O torcedor quer conquistas e grandes times, independente se a instituição está sendo assaltada.

Administrativamente, Rassi vem passando o Goiás a limpo mesmo com uma dívida enorme que não foi criada por ele.

Até funcionários fantasmas existiam quando ele assumiu o Verdão.

No jogo contra o Atlético Mineiro, um grupo de torcedores do movimento Democracia Esmeraldina, levou faixas de protestos pedindo as saídas de Haile Pinheiro e Sérgio Rassi.

O presidente esmeraldino, que estava sendo poupado, também vem sendo ofendido nas redes sociais e na saída do Estádio.

Quem me conhece sabe que sou avesso a ofensas e xingamentos, por isso quem ofende não merece meu respeito e não vou perder o tempo dando espaço para esse tipo de atitude.

FOTO DEMOCRACIA ESMERALDINA

 Concordo com as reivindicações de um clube mais aberto e principalmente a possibilidade de voto para quem for associado ao Goiás.

Mas vou utilizar o comentário do meu amigo Vinícius Moura (repórter que já trabalhou na 730 e que hoje brilha na CBN-SP): 

 

 

 

 

FOTO VINÍCIUS MOURA

 Pedir a volta de Raimundo Queiroz não é nem de perto a solução para os problemas esmeraldinos.

Agora Sérgio Rassi acusou o golpe, em entrevista após o empate com o líder do Brasileirão, ele disse que pode deixar o clube antes do final do mandato.

O presidente não pode ter essa postura e nunca deve se abalar no meio da crise que é também de responsabilidade dele.

Até porque, foi o próprio Rassi que se cercou e aceitou as pessoas que hoje estão ao seu lado na administração.

FOTO SÉRGIO RASSI HARLEI

 Harlei não tem o preparo no momento para ser o diretor de futebol do Goiás. O ex-goleiro que é idolo do torcedor, deveria ter humildade para reconhecer.  

Na Serrinha está todo mundo indicando reforços e dando palpite no trabalho.

E é cada palpite.

O resultado está aí: Um time limitado e que vem acumulando maus resultados.

Poucos falam, mas existe hoje uma richa entre o trabalho da base com o profissional, coisa recente e bem diferente da sintonia demonstrada no momento da queda articulada de Marcelo Segurado e Cassius Hartman.

Ciúmes, intrigas, interesses… O Goiás está refém de alguns e quem está pagando por tudo é Sérgio Rassi que deveria bater a mão na mesa.