Iris se mostrou disposto a buscar o apoio de todos os partidos “que estão preocupados com o futuro de Goiás e avaliando que caminho tomar”. O peemedebista se disse capaz de compatibilizar eventuais diferenças e fazer com as diversas correntes existentes no Estado se sintam prestigiadas. “Vamos procurar todos, senão pessoalmente, através dos nossos deputados federais e estaduais, dos nossos suplentes e lideranças, de forma que todos se sintam motivados para essa luta que agora é fatal, ganha ou perde”.
O apoio em bloco do PDT, que elegeu três deputados estaduais e uma federal no primeiro turno e tem ainda suplentes e prefeitos no Estado, foi bastante comemorado pelo candidato. “O PDT tem líderes tradicionais em Goiás. É um reforço substancial para que alcancemos a vitória no segundo turno”, declarou.
Iris revelou ainda que não há data marcada para uma visita da presidenciável Dilma Rousseff (PT) a Goiás. Houve, segundo ele, uma tentativa de trazer a petista a Goiânia nesta terça-feira (12), um dia depois da passagem do adversário José Serra. Por problema de agenda, porém, a ação não pôde ser concretizada. “Mas ela estará em Goiânia e em Goiás conosco”, garantiu.







