No final da manhã deste sábado (21), o Beach Park, em Fortaleza, abrigou a entrevista coletiva de encerramento da edição comemorativa de 18 anos do Rally Internacional dos Sertões. Durante o evento, que contou com a presença de jornalistas brasileiros e estrangeiros, foi confirmado que a largada da prova em 2011 acontecerá em Goiânia. 

A capital do Estado de Goiás abriga o Super Prime desde 2002 e terá no próximo ano a oportunidade de proporcionar à sua população a décima largada consecutiva. O dia do evento atrai um grande público – em 2010 foram 30 mil pessoas – para a visita da área de boxes e principalmente para prestigiar a emocionante disputa em circuito fechado que desafia a habilidade de pilotos e navegadores.

“Assim como por muitos anos o Dakar se chamava Paris-Dakar e partia da capital francesa, nós não temos nenhuma pretensão de sair de Goiânia, onde sediamos as largadas do Sertões já há alguns anos. É uma cidade com infra-estrutura para receber o evento, o Estado se envolve e nos dá importante apoio em monitoramento de estradas, percurso dentro do Estado, policiamento, segurança. Isso nos dá tranqüilidade para começar um evento deste tamanho. Não tenho motivo nenhum para pensar em outro local para a largada do rali”, comentou Marcos Moraes.

“Goiânia é a casa do Rally dos Sertões. O povo daqui criou uma identificação muito grande com o evento. A movimentação das pessoas é bem grande, a cadeia produtiva do setor turístico – bares, restaurantes, hotéis, entre outros – se aquece. E o rali é uma das ferramentas que temos para divulgar todo o potencial turístico do estado de Goiás e mostrar isso para todo o Brasil e o mundo”, afirmou Carlos Ronay, diretor de infra-estrutura e operações turísticas da Goiás Turismo e presidente do Fórum Estadual de Turismo.

Com patrocínio de Petrobras, Gillette Desodorantes e Camargo Corrêa, a 18ª edição do Rally dos Sertões conta com o apoio dos Estados de Goiás, Tocantins e Ceará e do Ministério do Esporte através da Lei de Incentivo ao Esporte. O evento ainda conta com supervisão da FIM (Federação Internacional de Motociclismo), da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) e da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo).