DIFÍCIL
Como reflexo da crise econômica que assolou o país em 2015, o governador Marconi Perillo admitiu que o governo estadual teve dificuldade com o pagamento de Organizações Sociais e fornecedores nesse ano. “Alguma dificuldade nos tivemos. Esse ano foi muito difícil, mas a prioridade nossa sempre foi o pagamento dos funcionários – que consome hoje quase toda arrecadação – o pagamento da dívida externa, obrigatório até o dia 30, e o pagamento das OSs”, disse o governador, em coletiva.
MELHOR
Porém, Marconi indica que, por causa de preparação prévia feita nos primeiros indícios da crise econômica, o estado fecha um ano com sinais “alvissareiros”. “Li que alguns estados não tem dinheiro para pagar o 13º, o nosso é pago todos os meses, proporcionalmente, na data do aniversário (do servidor), portanto nós não teremos este problema”, assinalou, garantindo o pagamento dos servidores dentro da lei, e parte adiantado.
2016
Segundo afirmou o governador, o Estado de Goiás deve alcançar o equilíbrio no final do ano que vem. “É claro que nós deixamos de pagar alguns fornecedores, mas nos preparamos para chegar ao final do ano que vem numa situação de absoluto equilíbrio financeiro”, afirmou Marconi Perillo.
MEDIDAS
O governador disse que as medidas de ajuste adotadas este ano vão garantir uma economia de mais de R$ 3 bilhões e meio. “Essa economia foi necessária porque nós esperávamos uma receita com 9 a 10% de acréscimo real. Nós vamos ter 1,5% de decréscimo real na nossa arrecadação. Não há planejamento que suporte uma crise como esta que nós vivemos no Brasil este ano”, avaliou o tucano.











