Nem precisava o auxiliar técnico permanente Eduardo Souza, valorizar demasiadamente a Aparecidense como o adversário mais difícil. Nem tão pouco o presidente Adson Batista festejar aquilo que para ele foi a estreia do Atlético Clube Goianiense no Campeonato Goiano. Tais afirmações deram uma conotação de menosprezo ao Vila Nova, time que ganhou bem do rubro-negro e ocupa no momento a primeira colocação não só do grupo, mas do competição no geral.

Vencer a Aparecidense em casa era obrigação, o que significa dizer que era muito cedo para o castigo do desespero de duas derrotas ou para a empolgação por triunfar após duas derrotas. O Atlético tem o melhor elenco dos postulantes ao titulo da temporada, embora ainda inferior ao do ano passado. Mesmo assim ostenta a condição de favorito para ganhar o título estadual.

Entre saídas e chegadas, o rubro-negro campineiro perdeu com as trocas de Fernando Miguel por Renan, Éder por Ramon Menezes, Willian Maranhão por Ramon Carvalho e Janderson por Léo Pereira.

Ganhou na vinda de Wellington Rato, melhor que João Paulo e Ronald, juntos. Resta esperar um pouco mais por Airton, Leandro Barcia, Jorginho e Dellatorre, sem entretanto admitir que a exceção de Airton que ainda não jogou, os outros três não foram enaltecidos pelo torcedor.

Em resumo, o Atlético se fortaleceu com Édson e Wellington Rato, as duas melhores contratações, com destaque para o segundo, que a cada jogo mais futebol apresenta.

Até o fase final do Campeonato Goiano, o Atlético estará no ponto, com Eduardo Souza ou com outro treinador qualquer. Será o grande favorito para conquistar o título. Aí sim, podem bradar: “Tivemos um boa estreia contra a Aparecidense e terminamos com uma partida impecável na grande decisão.