O retrato da lamentação. Assim estava o presidente do Vila Nova, Geso de Oliveira, logo após o fim da partida contra o Goiás, onde o empate por 2 a 2 levou o Goiás a decisão. Em entrevista a RÁDIO 730, ao repórter Fernando Vasconcelos, Geso defendeu que o Vila foi melhor a maior parte da partida, mas não retratou isso em gols. O presidente ressaltou que já pensa na Série B. “Faltou um pouquinho de sorte, em uma falha tomamos o empate, mesmo jogando muito bem. O Vila Nova não foi merecedor dessa desclassificação, jogou sempre para classificar. Foi lamentável, o Vila foi muito melhor em campo hoje, mas não conseguiu ganhar o jogo. Um time que era desacreditado no começo e chegou no terceiro lugar. É trabalhar agora e lutar para subir para a Série A”, afirmou.

A lamentação deu lugar a revolta quando Geso falou sobre o árbitro Nielson Nogueira, do Pernambuco. O dirigente questionou a vinda de um árbitro de fora do estado e se posicionou a favor dos árbitros do quadro da FGF. Geso criticou a atuação, mesmo sem nenhum lance polêmico durante os 90 minutos.

“Eu não gosto de árbitro de fora, sempre defendi árbitros daqui. Ele amarrou o Vila, segurou o time o tempo todo, um árbitro horrível que matou o Vila Nova dentro de campo. Infelizmente, a gente ainda tem esses problemas de não dar valor no que é nosso, daqui da terra. É lamentável, tinha que ter sido árbitro daqui, isso foi uma afronta muito grande para o Vila Nova”