No primeiro dia da greve dos médicos que atuam junto à Secretaria Municipal de Saúde de Goiás, pacientes chegavam a esperar mais de cinco horas nos Cais para serem atendidos. Às 15h, Cleidiome de Oliveira, que havia chegado ao Cias Amendoeiras às 10 horas da manhã aguardava um atendimento de urgência.
“Não fui atendida até agora. Demora demais. Estamos com problema gravíssimo e até agora não fomos atendidos. A gente está aqui sem almoçar, e eles não chamam. Está terrível”, declara.
A direção do Cais Amendoeiras informou que havia médicos atendendo tanto as consultas já marcadas quanto urgência e emergência, mas a espera de Flávio de Brito da Silva demonstrava que o atendimento estava realmente reduzido.
“Isso é uma falta de vergonha e respeito com o pessoal. O atendimento de emergência demorar quatro horas para ser atendido, imagina se não fosse emergência”.
No Cais Pedro Ludovico, a repórter Nathália Lima constatou que não havia nenhum médico realizando atendimentos. Os pacientes que já tinham consultas marcadas aguardavam para ser atendidos.
No Cais do Jardim Novo Mundo apenas atendimentos de urgência e emergência estavam sendo realizados, mesmo assim, em número reduzido.













