Segundo o prefeito, foi pactuado que 50% dos recursos serão oriundos do governo do Estado, 30% serão recursos da prefeitura de Goiânia e 20% das prefeituras que compõem a Região Metropolitana e que representam mais de 31% dos estudantes cadastrados. Destes 31%, 22% são estudantes da cidade de Aparecida de Goiânia.
O programa é para todos os estudantes, sendo eles de escolas públicas ou particulares, podendo ser utilizados em qualquer horário, quantas vezes for preciso durante os 365 dias do ano. Não é necessário comprovar renda, é um programa que não exclui nenhum estudante.
Depois de ouvir questionamentos dos estudantes presentes e apresentar as demandas do programa, o prefeito de Goiânia assinou o Projeto de Lei do Passe Livre Estudantil Universal que foi encaminhado à Câmara Municipal pela Secretaria Municipal da Casa Civil. Assim que concluído todo trâmite legal, o projeto começa a ser executado.
“Os alunos já cadastrados com direito a meia-viagem, automaticamente terão passe livre, sendo que os que ainda não são cadastrados poderão se inscrever no Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (Setransp) para receber o benefício” assegura Paulo Garcia.
Os custos arcados pela prefeitura de Goiânia, que são de 30%, virão de recursos da União através do Fundo Nacional da Educação e rubricas orçamentárias que, se necessário, podem ser remanejadas para a composição global deste custo. – Com informações da Prefeitura de Goiânia





