(Foto: Assembleia Legislativa)

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O deputado estadual Delegado Humberto Teófilo (PSL) disse à Sagres nesta terça-feira (7), que foi o deputado que mais defendeu o governo desde o início da legislatura e que sempre deixou claro que, em alguns projetos, não tinha condições de votar favorável, como a proposta da Reforma da Previdência e os projetos que alteram o estatuto dos servidores públicos. “Em relação ao pacote do Servidor Público não tinha condições e não votaria contra o servidor público”.

Cinco parlamentares que votaram contra a PEC da previdência Estadual e os Estatutos do Magistério e dos Servidores Públicos, foram punidos pelo governador Ronaldo Caiado com a exoneração de auxiliares indicados a cargos comissionados no governo. Entre eles, o deputado Humberto Teófilo, que fez discurso na Assembleia Legislativa para criticar a proposta. “Fiz um pronunciamento na CCJ e de repente no outro dia eu tive a exoneração de cargos que foram indicados no início da legislatura”.

O deputado admitiu que tem uma maneira mais “dura de expressar e de discursar” e sempre fez isso, até defendendo o governo. Ele afirmou que pronunciou e posicionou primeiro que outros deputados e que isso pode ter “decepcionado” o governo, mas que não era motivo de ser punido. “Foi uma espécie de expulsão da base, isso é muito ruim, tenho uma admiração pelo governador e a gente acaba se decepcionando com certas atitudes”.

Questionado se será governo ou oposição, Humberto Teófilo afirmou que não pretende votar todos os projetos contra o governo agora que não está mais na base aliada. “Para votar todos os projetos contra o governo, eu não sou da oposição, isso é ser incoerente com meu posicionamento. Se um projeto for para Assembleia e eu achar interessante e coerente eu vou votar a favor. Não é porque eu perdi cargos que vou virar oposição e votar contra, isso é uma incoerência e não vou fazer isso”.

O Delegado Humberto Teófilo (PSL) revelou à Sagres que pretende ficar no partido do presidente da Jair Bolsonaro, mas que no momento permanece do Partido Social Liberal (PSL). Bolsonaro decidiu deixar o partido após uma série de polêmicas e desentendimentos, agora está criando uma nova sigla, batizada de Aliança pelo Brasil. “Caso seja criado o Aliança, há a possibilidade de imigrar para a nova sigla, só que agora tenho que aguardar, até mesmo ficar no PSL, respeitando a unidade partidária, ver se realmente vai ser possível criar esse partido, mas vou seguir o presidente Bolsonaro”.

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