Foto: Montagem/Sagres On
A Federação Goiana de Futebol (FGF) confirmou, nesta semana, a data para a eleição de sua diretoria. No dia 22 de Outubro, clubes e liga esportivas irão eleger os representantes da entidade que regula o futebol goiano para um mandato de quatro anos, a partir de 2019. Até agora duas chapas foram lançadas, uma encabeçada pelo atual presidente, André Luiz Pitta e outra pelo empresário Lélio Júnior. Em levantamento realizado junto aos dirigentes das equipes da Capital, a Sagres apresenta as opiniões dos presidentes de Atlético, Goiânia, Goiás e Vila Nova:
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Maurício Sampaio – Presidente do Atlético
“O Lélio vem com uma proposta inovadora, beneficiando também as Ligas, os clubes da segunda divisão, o futebol feminino e com um campeonato profissional mais disputado. Ele também vai tentar fazer com que a TV que hoje é uma grande concorrente do público nos estádios, passe a valorizar o futebol goiano. Então quer dizer, ele vai buscar aquilo que não está existindo nessa atual administração que se preocupa muito mais em arrecadar do que distribuir aos clubes. Nós optamos por uma mudança e o Lélio é essa mudança. Ele é um desportista, um empresário e não vai viver as custas da Federação. Que hoje fica com os caixas todos fechados e não nos demonstra nada. Pra você ver, o Atlético entrou com requerimento para saber sobre os balanços e isso nunca nos foi apresentado. Até pra saber quem tem direito a voto tem que requerer em juízo. Isso é um absurdo, uma pouca vergonha. Então tem que mudar, fora os desvios que nós sabemos que existem na Federação. Os clubes tem que estar a par daquilo que a Federação tem feito com as verbas que arrecada.”

Foto: Paulo Marcos/ACG
Arione José de Paula – Presidente do Goiânia
“O Goiânia não definiu, nós ainda vamos ver as proposta das chapas da Federação e do Lélio. E aquela que melhor atender aos nossos anseios e do futebol goiano é com ela que vamos estar. Tudo vai passar por uma reunião com a nossa diretoria. Vamos ouvir as opiniões e tomar a melhor decisão em colegiado. O Goiânia está neutro, porque estávamos envolvidos com a Divisão de Acesso e depois vieram as eleições. Agora vamos ouvir as propostas das duas unidades para que possamos tomar uma decisão acertada e votar na melhor chapa.”

Foto: Rafael Bessa/Sagres On
Marcelo Almeida – Presidente do Goiás
“Existe uma questão política muito forte envolvida e a gente percebe que existem pessoas e clubes interessados que o André Pitta não mais permaneça a frente da Federação. E o Goiás nesse momento procura se abster dessa briga, porque está pensando em outras questões. Nós enxergamos que a figura do André Pitta se impõe na CBF, ele tem um trânsito muito interessante e importante naquela entidade. Além de termos um bom relacionamento, ele também nos ajuda demais em algumas questões. Isso é fato, às vezes a gente quer mudar um horário de um jogo, ou uma data. E até mesmo quando passamos um aperto, temos o André Pitta frente a Federação para de repente fazer um adiantamento ou angariar fundos para nós. Isso é feito com o Goiás e acredito que com os outros clubes também. Enfim, nós acreditamos que o André Pitta representa a figura do Goiás e por esse motivo estamos nos pronunciando favorável a permanência dele na Federação.”

Foto: Rosiron Rodrigues/GEC
Ecival Martins – Presidente do Vila Nova
“O André foi um presidente que assim que cheguei ao Vila Nova, em meio a tantas dificuldades e problemas, ele me estendeu a mão. Temos uma relação muito respeitosa e na medida do possível ele procura atender todas nossas reinvidicações. Então não é uma decisão baseada em relacionamento pessoal, mas institucional. O Vila Nova tem sido muito bem atendido, então por uma questão de gratidão, respeito e pelos benefícios que ele traz para o clube é que estamos o apoiando.”

Foto: Douglas Monteiro/VNFC













