O tenente coronel da Polícia Militar, Wellington Urzêda, mudou de ideia e entregou documento ao comando da corporação recuando do pedido de afastamento da chefia do Comando de Missões Especiais (CME2). Ele conversou com o comandante da Polícia Militar, Édson Costa de Araújo e resolveu seguir com o trabalho, mas vai entrar de férias por 30 dias, referentes ao ano de 2009.

Em entrevista coletiva, Urzêda também refutou as acusações feitas por uma carta anônima enviada para a imprensa Ministério Público, órgãos da Secretaria de Segurança Pública e Ordem dos Advogados do Brasil seção Goiás (OAB-GO). Ele diz sofrer desgaste de grupos que não concordam com o processo de promoção na Polícia.

O tenente coronel pede para ser investigado pelo Ministério Público e deixou seus sigilos à disposição. Wellington Urzêda afirmou também que vai abrir processo civil contra o deputado estadual Mauro Rubem (PT), que falou sobre a carta e o tenente em uma emissora de televisão. Mauro Rubem é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa.

A reportagem da Rádio 730 entrou em contato com o deputado estadual Mauro Rubem, mas ele estava em reunião e não retornou as ligações.