Este ano, o Tribunal Superior Eleitoral elaborou o projeto Votação Paralela, para a verificação da segurança das urnas eletrônicas do estado. Desta forma, em um universo de 12048 urnas em Goiás, a Comissão de Votação Paralela sorteou duas urnas para verificar a não existência de fraudes, uma de Goiânia e outra de Alexânia.
Mil votos foram feitos em cédulas de papel e depositados em duas urnas de lona para serem transferidos para as urnas eletrônicas. Hoje, com a abertura das votações, antes de começarem a transferência dos votos, verificaram que as duas urnas estavam zeradas. No final da votação, os funcionários do TRE vão conferir se todos os votos das cédulas foram registrados corretamente.
Segundo a presidente da Comissão de Votação Paralela, Viviane Silva, este método de sorteio dificulta a fraude: “Qualquer pessoa que tenha interesse em fraudar a votação vai ter dificuldade em saber qual a urna a ser fiscalizada”, afirmou em entrevista a RÁDIO 730.











