“É um direito que é meu por tanto tempo. É o clube que eu amo, sou apaixonado e que vivi. Quero ter meus direitos reestabelecidos. Os meus títulos, que há muitos anos adquiri e paguei por eles. Isso é por uma questão moral e de honra”, relatou, em entrevista ao repórter Édson Júnior, da RÁDIO 730.
Terceiro colocado no campeonato Brasileiro de 2006, quando o Goiás ganhou vaga na Copa Libertadores da América, Raimundo avalia que as administrações posteriores no à dele foram ‘desastrosas’ dentro e fora de campo. “Em 2007, o Goiás não caiu por milagre, em 2008 fez uma campanha um pouco melhor e agora caiu”, enumerou.
Embora não tenha presenciado de perto o ano do time, ele crê que o momento conturbado fora de campo foi determinante para o insucesso nas quatro linhas. “Todo o clube que vive esses conflitos provocados pela diretoria atual desvia o foco do futebol. Fica preocupado com fofoca, mentiras e coisas que não levam a nada”, criticou.
“Tem que lavar a roupa suja entre quatro paredes, pois isso expõe o clube, cria desânimo e desprestígio”, disse ainda.
Eleição
Raimundo surpreendeu ao defender que Hailé Pinheiro é o nome ideal para comandar o Goiás no próximo biênio. Ele disse não ter problema algum com o atual presidente esmeraldino e valorizar tudo o que ele já fez.
“Eu o considero muito e respeito. Eu apoiaria com todo o carinho e acho que ele é competente e tem capacidade. Valorizo tudo o que ele já fez pelo Goiás e não posso tirar os méritos que ele tem”, elogiou.







