“Sei que tenho que fazer o meu trabalho, treinar sério e correto, mostrar meu trabalho e, se houver oportunidade de entrar em uma dessas partidas, vou estar preparado e mostrar minhas qualidades. Quero mostrar meu desempenho para estar na lista da Copa América. Seleção é algo diferente, o clima é diferente, claro que temos os treinamentos, a gente se sente mais nervoso do que de costume, mas é algo muito bom, saudável. Espero vivenciar isso sempre”, ressaltou.
Henrique revelou que, desde o início da carreira, sempre preferiu atuar como volante que sai mais para o jogo, mas conta que também já jogou como zagueiro e até como lateral, experiência que não deu certo. O volante da Seleção Brasileira aponta que o técnico Adílson Batista foi aquele que mais fez render o seu bom futebol, em três passagens marcantes.
“Sempre joguei no meio-campo. Já atuei como zagueiro também, tentei na lateral, mas foi complicado, por isso, toda a vida sempre fiquei no meio-campo. Aquele volante que saía bastante para o jogo, desde o começo da carreira. O que eu mais gostei de trabalhar foi com o Adilson Batista, trabalhei com ele no Figueirense, tive a oportunidade de estar lá no Japão também e aqui no Cruzeiro. Um treinador com o qual eu rendia muito, sabia os posicionamentos corretos e foi um treinador que eu me adaptei bem”, destacou.








