Os trabalhadores da educação de todo o país se reuniram em manifestações e ações de protesto no Dia Nacional de Mobilização nesta quarta-feira (6). A data foi instituída pela Comissão Nacional dos Trabalhadores do setor, a CNTE, que busca reivindicar direitos dos professores e profissionais da educação.

Em Goiás, o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (SINTEGO), em conjunto com a diretoria regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizou debates e elaborou documentos de reivindicação. As cartas foram entregues ao Governo do Estado, Ministério Público Estadual e à Prefeitura de Goiânia.

A presidenta do SINTEGO e coordenadora das atividades, Iêda Leal lembra que a principal reivindicação ainda é a salarial. “Estamos em defesa do piso. O Governo ainda não paga e algumas prefeituras também não”, afirmou.

Segundo Iêda Leal, o Governo de Goiás deve seguir o exemplo de algumas cidades goianas que já pagam o piso salarial aos professores. “Temos cidades que cumprem e o governador precisa mostrar que ele também pode. Além disso, precisamos fazer uma discussão em relação ao real valor do piso”, complementou.

Outras reivindicações da categoria dos trabalhadores em educação são redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salário, fim do Imposto Sindical e fim do fator previdenciário.