Os dois irmãos suspeitos de serem os autores do ataque terrorista que atingiu o jornal parisiense “Charlie Hebdo”, que deixou 12 mortos, estavam cercados pela polícia francesa em uma fábrica a 40 km da capital e acabaram mortos pelos policiais após troca de tiro. A informação foi dada pela AFP (Agence Frans-Presse) e confirmada pelo prefeito da pequena cidade em que estava instalado o cerco, Dammartin-em-Goele.

Os suspeitos estavam nas instalações de uma gráfica e, após várias horas cercados, teriam saído do prédio e aberto fogo contra a polícia. O fato teria gerado o tiroteio que culminou na morte dos irmãos Kouachi. A morte foi confirmada por volta das 14h40, horário de Brasília.

No mesmo momento, Paris voltava a viver o clima de tensão. Um homem disparou vários tiros em frente a um supermercado da cidade, feriu gravemente uma pessoa e logo depois adentrou no supermercado e manteve cinco pessoas reféns.

A situação durou até as 14:30, horário de Brasília, quando polícia entrou em ação. Durante o fato, o terrorista teria sido morto juntamente com um refém. Outros três já haviam morrido antes da polícia entrar no local. Os dados foram apresentados pela agência Reuters e também por algumas rádios francesas, mas ainda não confirmados oficialmente. O supermercado atacado é de origem judaica e, até o momento, não há informações se o fato teria sido um motivador a mais para o ataque realizado na manhã dessa sexta-feira.