A prefeitura de Goiânia realiza a quarta edição da força-tarefa que visa reduzir o número de casos da dengue e também para eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti.

As ações serão realizadas na região norte da capital, e terão a ajuda de um drone, equipamento aéreo não tripulado e pode ser manobrado por controle remoto, para monitorar e fotografar os locais onde estão os possíveis focos da doença.

De acordo com a diretora de vigilância em saúde da Secretaria Municipal de Goiânia, Flúvia Amorim, o uso do drone ainda está em fase teste. “Primeiramente testamos no Setor Sul e agora estamos fazendo (os testes) nessa região. O que observamos no Guanabara é que, devido a proximidade do aeroporto, não poderemos usar drone, mas aí teremos os agentes para fazer o trabalho”.

O piloto de helicóptero e responsável pelos testes com o drone, Roni Pigetti, relata qual será o custo operacional do equipamento para a prefeitura de Goiânia. “O custo é projetado em cima do gasto de aquisição e de peças de reposição e de manutenção, se necessário. O preço de aquisição fica em torno de 20 mil reais, com todo equipamento. Além disso, gasta baterias, que podem ser carregadas aproximadamente 50 vezes, e que custam mais ou menos 600 reais”.

Em relação à força tarefa, Flúvia Amorim ressaltou que é preciso da cooperação da população para a diminuição dos focos da dengue. “Os Jardins Guanabara (do 1 ao 4) foram os bairros com maior número de casos na última semana. A intenção é mobilizar a população para q ela ajude. Não basta um lado fazer sua parte, precisamos da união das forças”.

A diretora de vigilância em Saúde ressaltou que, só em Goiânia, já são mais de quinze mil casos da doença. “Estamos com 15.062 casos. Felizmente, o número de óbitos é menor do que no ano anterior, no mesmo período”.

*Com informações de Jerônimo Junio