O Vila Nova foi do céu ao inferno no jogo contra o Águia de Marabá em questão de minutos. O time abriu o placar logo aos 8 minutos de jogo e indicava que teria uma boa atuação e poderia até golear o adversário. Porém, repentinamente, Sandrinho, Róbston e Frontini sentiram lesões ainda na primeira etapa e tiveram que ser substituídos.

E a situação se complicou ainda mais: o zagueiro Vitor teve a mão esquerda pisada durante uma dividida e acabou fraturando um dedo. Ele voltou no sacrifício para não deixar o Tigrão com um jogador a menos. Ao fim do jogo, a vitória por 1 a 0 foi muito comemorada e o lateral Marinho Donizete admite que, mesmo vitorioso, o Vila não jogou bem:

“Foi uma péssima partida do Vila Nova. Não fomos a equipe que estamos sendo na competição. A gente vinha fazendo bons jogos e hoje não aconteceu isso. Temos que ver o que deu errado para não fazer mais. Nós vencemos e isso é o mais importante, realmente, mas não pode acontecer outra atuação assim”.

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Ele comentou também as lesões que por muito pouco não comprometeram o jogo do Vila Nova e deu uma declaração dura. Para ele, os companheiros deveriam ter tido sensibilidade de saber que não estavam 100% e não ir para o jogo:

“O pessoal sabia que estava meia-boca e não deveria ter entrado. Hoje o Vila Nova é um grupo, temos atletas que podem substituir à altura e entrar meia-boca é perigoso, pode nos prejudicar. Perdemos três jogadores só no primeiro tempo, tinha que ter sido mais consciente”.

O médico do clube, dr. Pablo Erick, comentou o ocorrido: “O Sandrinho e Vitor acabaram sendo fatalidades de jogo, lesões que ocorrem na partida. O Frontini estava recuperado da lesão dele e depois sentiu uma leve dor na posterior da coxa. Mas nós fizemos exames de ultrassom e deu normal, ele não acusou dores nos testes físicos, então, tinha condições. Esse tipo de situação acontece, todos estão susceptíveis a isso”.