O boletim médico do prefeito licenciado de Goiânia, Maguito Vilela, desta terça-feira (12) informou que o emedebista está fazendo o tratamento da infecção pulmonar grave com altas doses de medicamentos. Maguito teve uma piora no dia 7 de janeiro, quando foi necessário aumentar a sedação após a infecção pulmonar.

Ainda segundo o boletim, Maguito segue na UTI, em diálise contínua, sedado,
traqueostomizado em ventilação controlado, em tratamento de infecção pulmonar grave
e altas doses de drogas vasoativas, que servem para controlar a pressão arterial.

Histórico de Tratamento

Maguito Vilela testou positivo para o coronavírus dia 20 de outubro, três dias depois foi internado no Hospital Órion, em Goiânia, mas já no dia 26 foi transferido para a UTI. Para ter um melhor tratamento, Maguito foi transferido para São Paulo, ao Hospital Albert Estein.

No dia 30 de outubro, o emedebista foi intubado, permanecendo assim até o dia 8 de novembro. Porém, no dia do 1º turno das eleições municipais, tiveram que recorrer novamente ao procedimento, mas para fazer uma broncoscopia. No dia 17, iniciou um outro tratamento, a diálise e começou a utilizar ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorpórea.

Uma traqueostomia foi feita no dia 24 de novembro por causa do tempo de intubação, logo depois foram feitos dois teste de Covid-19. Como os resultados deram negativos, Maguito Vilela foi transferido para UTI comum. Já no dia 5 de dezembro, foi retirado a ECMO, sua respiração estava estável dessa forma, não era necessário o uso do aparelho.

Entretanto, o quadro se reverteu e no dia 11 de dezembro, o político fez uma cirurgia de emergência para controlar um sangramento pulmonar – uma videotoracoscopia. Como a drenagem foi insuficiente para conter o caso, esse procedimento minimamente invasivo foi solicitado e funcionou.

No dia 2 de janeiro de 2021, Maguito passou a usar o Bipap, um aparelho de ventilação portátil que faz com que não precise haver suporte ventilatório no paciente.

Em agosto deste ano, o candidato perdeu duas irmãs para a Covid-19 em um intervalo de menos de dez dias. Nelita e Nelma Vilela tinham, respectivamente, 82 e 76 anos e moravam em Jataí.