Anunciado como presente para os goianienses no aniversário da Capital (24, nesse sábado) o estádio Olímpico segue com situação ainda indefinida. Um problema no financiamento com o Banco do Brasil acabou por paralisar as obras, que já ultrapassavam 90% de conclusão. A construtora responsável não recebia os pagamentos, através de repasses da Agetop, e paralisou as atividades.
O impasse segue sem solução e, com isso, o estádio não será entregue no dia 24 de outubro, data prevista pelo governo estadual. Porém, em entrevista exclusiva ao repórter Rubens Salomão, da Rádio 730, o vice-governador de Goiás, José Eliton, acredita que novidades e soluções no caso podem aparecer nos próximos dias:
“Esperamos retomar o mais rápido possível as obras do Olímpico. Em função do ajuste fiscal pelo qual passa o governo federal, algumas ações foram contingenciadas e o estádio Olímpico foi uma delas. Estamos buscando finalizar os últimos detalhes para resolver esse problema e retomar os trabalhos. Falta pouquíssima coisa nas obras. Assim que forem retomadas, em pouco tempo ele será entregue, nos próximos meses”.
Vilanovense, o vice-governador destaca também que o atual governo trabalha para qualificar o esporte goiano e pretende, após entregar o Estádio Olímpico, reestruturar também o Serra Dourada:
“Estamos trabalhando para a excelência do esporte em Goiás e a construção do Centro Esportivo, do qual o estádio Olímpico faz parte, é prova disso. Ainda temos o Serra Dourada, que é um cartão postal do nosso estado, mas que foi projetado na década 70, século passado, e precisa de uma renovação. Assim que entregarmos o Olímpico, avançaremos nessa reestruturação do Serra Dourada”, declara.
Porém, uma notícia recente sobre o Serra Dourada vem gerando controvérsias nos torcedores e frequentadores do estádio. O estacionamento irá ser terceirizado e, assim, serão cobrados taxas para os usuários que estacionarem dentro do estádio. José Eliton acredita que apesar de gerar um custo, a terceirização irá qualificar o serviço prestado aos torcedores e que a ação já faz parte dessa modernização:
“Essa ação é um elemento de gestão e governança, porque o Serra tem um custeio muito grande para o estado com sua manutenção. Esse novo conceito de gestão tem que pensar em aumentar o conforto e a segurança do torcedor. A terceirização do estacionamento tem um olhar de reestruturação, para trazer melhorias na segurança e na trafegabilidade na chegada e saída do estádio. Vai ser um serviço de qualidade”, finaliza.












