União. Esta é a palavra chave para o deputado estadual Bruno Peixoto (PMDB), quando o assunto é a estratégia da oposição para a eleição de 2014. O parlamentar também assegura que PT e PMDB caminharão juntos neste pleito, e que seu partido não tem preferência para indicar o candidato a governador.

“O que precisamos ter é o amadurecimento por parte da oposição para não dividir. Se houver um racha nós não ganharemos o governo,” avalia o deputado. Por ironia, Bruno cita a coalizão conquistada por Marconi Perillo em 1998, como exemplo de sucesso de mobilização de opositores.

O presidente do diretório metropolitano do PMDB não deu pistas de quem seja o seu nome de preferência. O deputado não confirmou que haja uma preferência por um colega de partido como candidato a governador, como uma forma de apoio trocado. Na eleição para prefeito, a sigla esteve na coligação encabeçada pelo PT, que venceu o pleito com Paulo Garcia.

Para Bruno, o mês de março do próximo ano deve ser o prazo limite para se escolher o candidato da oposição. O deputado acredita que Vanderlan Cardoso, que deixou o PMDB recentemente com o objetivo de concorrer ao governo, estará presente na chapa da oposição. O parlamentar não descarta possíveis alianças com o DEM e o PP.