Após seis rodadas completas do Campeonato Goiano (cinco pelo primeiro turno e uma já pelo segundo) o Vila Nova segue invicto e é o líder do Grupo B com 10 pontos. Numa classificação geral, o Tigrão estaria na 3° colocação, atrás apenas de Goiás, com 16 pontos, e Atlético Goianiense, com 12. Tudo isso faz a campanha do time ser considera boa, apesar do grande número de empate (quatro).
Mas uma estatística têm incomodado bastante os torcedores colorados. O Vila Nova não consegue marcar gols, foram apenas quatro em seis partidas, média de 0,6 gols por partida. Nem o fato de ter a defesa menos vazada com somente um gol sofrido consegue amenizar a seca que se instalou no setor ofensivo da equipe.
Até por isso, a maioria da torcida vilanovense espera, e cobra com frequência, a contratação de novos jogadores para reforçar a artilharia do time. Mas, sem previsão da chegada de reforços, o técnico Heriberto da Cunha segue trabalhando com os nomes que têm e apostando nos garotos Lucas e Roberth Mayk e principalmente no veterano Wando.
A falta de homens de ataque faz com que o meio precise suprir as necessidades do time e chegue com mais frequência à frente. O meia Hugo é um dos jogadores que foram incumbidos dessa missão: ajudar na linha de artilharia. Ele confessa que isso incomoda os atacantes do Tigrão e espera que setor evolua na sequência. “A gente sabe que o ataque não está fazendo muito gol, e por isso estamos trabalhando dobrado, nos entregando por inteiro. Logo os gols começarão a sair”, declara.
O jogador ainda revela que o time tem recebido orientação frequente do técnico Heriberto e do capitão Róbston quanto a essa questão. “A gente tem recebido muitos conselhos para conseguir criar as chances e concluir da melhor maneira. Tanto o professor Heriberto quanto o Róbston cobram da gente uma obediência tática na frente para evoluir nesse sentido. Em cima do que eles falam nós estamos trabalhando e procurando fazer os gols”.
Para o meia, a seca de gols se devem também à uma pitada de azar que, de acordo com ele, vem assombrando o setor ofensivo do Tigrão. Mesmo procurando evolução, Hugo ressalta que o mais importante é pensar nas vitórias. “Nós estamos tentando, a gente chuta, bate na trava, o zagueiro tira, mas não entra. É difícil também quando nada contribui. Mas acima disso estão as vitórias. Precisamos ganhar, não importa se for de muito ou de poucos gols”.













