O presidente do Goiás, João Bosco Luz concedeu entrevista ao repórter da Rádio 730, André Rodrigues e comentou que o Goiás não está em grande vantagem por ter sido o melhor time da primeira fase, pois, para ele, os fatores determinantes nas decisões são a força de vontade e a garra.
“Na semifinal não basta mostrar o que mostramos até agora, vamos ter que mostrar algo mais porque o nosso adversário é muito qualificado e merece o maior respeito”, ressaltou. “No mata-mata vai prevalecer aquele que tiver maior garra, maior determinação e maior força dentro dos 180 minutos de jogo”, completou.
João Bosco não acredita que o Vila entrará com menos chances por ter perdido a última partida. “O fato do Vila Nova não ter vencido o Crac não significa que ele seja um adversário fácil, pelo contrário, já deu provas que é um adversário difícil. Tivemos apenas duas derrotas no campeonato sendo uma delas para o Vila Nova”, explicou.
Torcida
Nos últimos meses os casos de mortes relacionados a confrontos entre torcidas organizadas do Goiás e Vila Nova se intensificaram, diante disso, a realização de dois clássicos preocupa. O presidente do Goiás lamentou a violência recorrente e pediu para que o torcedor se conscientize e vá ao estádio somente para torcer e que respeite os adversários. “Só queríamos mostrar para o torcedor que torcer não é brigar, não é guerrear”, comentar.
Apesar da preocupação, João Bosco não gostaria que os clássicos fossem realizados com apenas uma torcida.“É um direito do torcedor do Goiás participar, é um direito do torcedor do Vila participar e é uma obrigação das autoridades coibir qualquer tipo de violência”, destacou.
Profissional tem que ser profissional
Na última partida da primeira fase do Goianão o Goiás venceu a Aparecidense por 4 a 2, na partida o volante Thiago Mendes forçou o terceiro cartão amarelo. O jogador confessou ter forçado a punição para que pudesse jogar a final. O técnico Enderson Moreira e o presidente João Bosco Luz reprovaram a atitude.
O presidente revelou que o atleta foi punido. “Foi uma atitude irresponsável e que ele não deveria ter tomado. Mas, isso já foi resolvido internamente. Foi uma forma de mostrar para todo o elenco que não aceitamos e compactuamos com este tipo de atitude, profissional tem que ser profissional, se é para levar o cartão amarelo que leve quando ele merecer”, avaliou.






