Faltando pouco mais de 10 dias para a abertura do Campeonato Goiano 2016, os times goianos vão se alinhando e iniciando também a observação dos demais adversários. Dentro desse trabalho, o Atlético espera se inserir novamente entre os favoritos após fracassar na edição do estadual em 2015 e ser eliminado ainda na fase de grupos.

Um dos trunfos que o Dragão conta para ter sucesso nesse Goianão é a manutenção de uma base já formada, fato que não aconteceu na última temporada. Um desses remanescentes importantes, o zagueiro Marcus Winícius ressalta principalmente esse ponto para acreditar que o time entra fazendo jus à tradição atleticana no torneio:

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“A gente tem hoje uma espinha dorsal que não tinha em 2015. Desde o goleiro até o atacante, temos peças já encaixadas. O restante vai do treinador escolher para montar o time, quem estiver melhor, quem se destacar na pré-temporada. Nesse ponto, estamos em vantagem em relação à nós mesmos”.

Apesar da confiança em um bom desempenho do Atlético, o jogador analisa também que os principais adversários, Goiás e Vila Nova, entrarão muito forte para o campeonato, o que trará um equilíbrio ainda maior e acirrará a disputa pela taça:

“Estou indo para o meu segundo Goianão e acho sim que vai ser o mais difícil dos últimos anos. O Vila Nova subiu, o Goiás montou um time competitivo e a gente também. Sem dúvida que o nível de competição vai ser bem maior, mas a gente está preparado e temos condições de entrar forte nessa disputa”.

Em relação à eliminação precoce do ano passado, ele ressalta o que deve ser mudado e levado em consideração para corrigir e fazer diferente em 2016:

“Nossa equipe foi muito inconstante em todos os sentidos. Tivemos momentos de ótimas atuações, depois fizemos jogos ruins, foi o ano todo assim. Chegou ao fim da temporada e a gente pagou por isso, correndo risco até de rebaixamento sendo que antes podíamos sonhar com G-4 na Série B. Esse ano tem que ser diferente”, finaliza.