À Altair Tavares, ele explicou que a autorização para novas permissões de taxi está em processo de licitação, seguindo encaminhamento normal. “A AMT não é responsável por este trâmite licitatório. Isso funciona no Paço Municipal e o processo está na Procuradoria geral do Município, aguardando um parecer, para retornar à Comissão Geral de Licitação”, esclareceu.
Segundo ele, a partir de levantamento feito pelo órgão, foi constatado que há espaço para mais táxis em Goiânia, sendo que foi usado o parâmetro de um veículo para cada mil habitantes. “Assim, queremos chegar a 1350 permissões”, adiantou.
Conflito
O presidente da AMT avalia que uma das principais dificuldades em relação à concessão de permissões é um “conflito” de interesses entre os profissionais. “Os taxistas que estão estabelecidos em Goiânia não querem mais concorrência. Enquanto os motoristas auxiliares, que não tem permissão, fazem uma pressão muito grande no sentido de liberar o máximo de permissões”, informa.
Miguel Thiago defende ainda que a concessão seja feita apenas para pessoas físicas, evitando a entrada de empresas na prestação do serviço na capital. “É de natureza do profissional autônomo, não há que se falar em pessoa jurídica, que hoje existe explorando o serviço”, diz.
“É claro que o veiculo precisa ficar mais tempo na rua e ele pode precisar de motoristas auxiliares, mas sem perder o caráter de profissional autônomo”, completa.












