Capitão rubro-negro isenta árbitros de erros (Foto: Paulo Marcos/Ass ACG) 

Há alguns jogos, o tema arbitragem vem sendo recorrente no Atlético, principalmente nesta semana após o empate polêmico com o Criciúma no último sábado (11). O árbitro Rodrigo Carvalhaes expulsou o zagueiro Gilvan e o artilheiro Júnior Brandão após confusão com ao atacante Zé Carlos, do time catarinense.

Apesar de todas as críticas à arbitragem, o volante Pedro Bambu defendeu os juizes cobrando profissionalização para a categoria. O capitão rubro-negro, inclusive, chegou a achar que havia sido expulso durante a confusão no Heriberto Hulse, até Rodrigo Carvalhaes confirmar que apenas Gilvan e Brandão haviam levado o cartão vermelho.

“É difícil falar de arbitragem. É complicado porque, primeiramente, o árbitro não tem culpa. Ele não pode chegar e dizer quem tem a profissão “eu sou árbitro de futebol”. Ele pode ser professor, advogado, pode estar trabalhando em uma loja e sair para apitar um jogo. Ele não tem o dia a dia de um juiz profissional, ele pode estar trabalhando em outras áreas. Então a gente tem que colocar a culpa no juiz? Não! Temos que culpar a entidade que nós temos que é grande e poderia organizar essa questão. É isso que temos que pensar”, explicou.

O projeto de lei para a profissionalização dos árbitros é o 6.405, e está em tramitação desde 2002. A Lei foi proposta pelo Senado Federal e regula a profissão de futebol e dá outras providências.