O julgamento começou por volta das 14h40 e durou pouco mais de uma hora, com longos a leitura de longos relatórios e a explanação dos advogados Osvaldo Sestário, da Anapolina, Pedro Diniz, do Tocantinópolis, e Domingos Moro, do Itumbiara, envolvido por ser acusado da famosa “mala branca”. O procurador do STJD, Paulo Schmitt, considerou o caso como “vergonha” para o futebol brasileiro e pediu uma resposta a altura do tribunal, alertando até para um novo “cai-cai” no novo duelo.
Com a partida já remarcada, as partes envolvidas no processo tiveram redução das multas aplicadas. A Anapolina, que deveria pagar R$7 mil, teve a quantia reduzida para R$1.400 reais; o Tocantinópolis, de R$10 mil para R$5 mil; o jogador Renatinho, da equipe tocantinense, de R$5 mil para R$1 mil. Além de Anapolina e Tocantinópolis, aguardam a nova partida o Itumbiara e o Vila Nova-MG, que já disputaram a primeira partida das oitavas de final, e o Tupi-MG, que espera classificado nas quartas de final.









