O rendimento na temporada passada acarretou ao rubro-negro a eliminação precoce do Campeonato Goiano e a proximidade com a zona de rebaixamento na Série B, encerrando a competição na 14ª posição. Nesta segunda passagem pelo Dragão, uma das missões do técnico Wagner Lopes é recuperar o poder ofensivo da equipe, além de tornar o elenco mais competitivo. O treinador brinca, mas reconhece com seriedade o desafio que terá pela frente.

“Já vou jogar com dez centroavantes, porque tem que ser um time ofensivo (risos). Desculpe a brincadeira, mas eu tô falando sério. Quero sempre jogar para frente, e seu eu pudesse eu entraria com dez atacantes mesmo. Eu quero que o meu atacante saiba defender e que o meu zagueiro saiba atacar. Eu quero um equilíbrio de ações”, afirma.

Nós últimos três anos em que disputou a Série B, 2015 foi o que o Atlético menos marcou gols. Foram apenas 36 em 38 partidas, o que chega a ser pouco menos de um gol por jogo. Em 2014 foram 54 arremates, e outros 42 em 2013.

No Goianão, a diferença é ainda maior, sendo somente 13 gols marcados em 2015 contra 25 em 2014, e 41 em 2013. Wagner Lopes espera que o time possa melhorar o rendimento em 2016, e espera maior movimentação e atitude dos atletas. Ele fala em meritocracia, fator que deverá ser considerado para ambas as competições.

“Não quero o meu jogador parado, eu quero meu jogador buscando espaço, chamando o jogo. Quero 11 líderes dentro de campo, não quero jogador que não tenha vibração. Quem for escolhido para representar a instituição vai ser por meritocracia, o cara vai ter que ter merecimento no treinamento”, ressalta.

O primeiro desafio do comandante será no próximo dia 30 de janeiro, em estreia no estadual, diante do Crac de Catalão, a partir das 17h, no Estádio Serra Dourada.

Com informações do site Futebol de Goyaz