Foto: Paulo Marcos/Arquivo/ACG

O técnico Wagner Lopes foi questionado sobre a confusão no final da partida entre Atlético 1×0 Vila Nova, na tarde deste domingo (7), pela semifinal do Goianão 2019, e que definiu Dragão como o segundo finalista da competição estadual.

“Quem tomou a iniciativa de agressão foi o time deles, não fomos nós. Nós jogamos futebol, tentamos fazer o nosso jogo, apesar das dificuldades do campo, mas é feio para quem tomou a iniciativa da agressão, e não fomos nós. A gente só se defendeu. Não cabe mais, no esporte, esse tipo de ação, de atitude, quer seja por membros de comissão técnica, quer seja por atletas. Eles estavam muito pilhados, muito nervosos, e queriam brigar desde o jogo passado”, afirma.

No jogo de ida, cujo placar foi de 1×1 no Olímpico, a confusão aconteceu no intervalo, quando tentativa de invasão dos vestiários por parte de representantes de comissão técnica. Para Wagner Lopes, o placar de hoje (7) poderia ter sido mais elástico a favor do Atlético, não fossem as chances desperdiçadas e ótimas defesas do goleiro colorado Rafael Santos.

“Fizemos um, mas poderíamos ter feito dois, três. Eles tiveram duas chances no primeiro tempo, mas no segundo praticamente eles não criaram nada. Tivemos o domínio amplo, mesmo com as dificuldades, criamos várias oportunidades. Isso enaltece o nosso time e o trabalho que a gente vem fazendo. Os jogadores estão de parabéns”, destaca.

Para o primeiro jogo contra o Goiás na final, Wagner Lopes não poderá contar Gilvan e Washington, um estava pendurado e tomou amarelo, e outro que foi expulso, respectivamente, além de Pedro Raúl, que também foi amarelado. O treinador defende o atacante e diz que a punição foi injusta.

“Não vi o Pedro (Raúl) provocar ninguém. Sou o primeiro a defender ele, que além de um excelente profissional, tem bom caráter, não é um cara que fica provocando. É injusto qualquer acusação de que ele estava provocando. Pelo contrário, estavam tentando forçar o cartão dele, e conseguiram”, avalia.