Um jogador pode representar o começo de uma grande paixão entre torcedor e seu time. O caso de amor entre a jornalista Priscylla Borges Fidelis Carrijo com o Internacional é um grande exemplo.

A goiana revela que a paixão pelo Inter começou no ano de 2005, quando conheceu Fernandão, em uma chácara, no estado de Goiás. A forma amigável e simples do então atacante colorado a encantou e a motivou a torcer pelo sucesso do jogador e do clube colorado.

Acompanhe o relato de Priscylla Borges, feito no ano de 2009: 

Meu nome é Priscylla Borges Fidelis Carrijo. Sou uma goiana “louca” pelo Internacional. Para muitos, o Inter é somente o Clube do Povo do Rio Grande do Sul, mas acredito que essa denominação deve mudar, como vou explicar em seguida. 

Amo o hino do meu time, mas acho que uma parte já ficou “ultrapassada”. O Inter vem conquistando torcedores de todas as partes do Brasil e do mundo. 

Eu, por exemplo, sou goiana, nasci em Goiânia e ainda não tive a oportunidade de conhecer o Rio Grande do Sul, não tenho ligação nenhuma com o Sul do país, não tenho família gaúcha. Acredito que o Inter se tornou o Clube do Povo do Brasil, quem sabe, do mundo!

É um sonho conhecer o Beira-Rio, ficar mais perto do meu time. Mas sempre que o Inter vem aqui, eu tiro foto com jogadores, vou no hotel, treino e no jogo. Também vou às festividades e assisto aos jogos na Confraria do Inter em Goiás, que sempre tem um número de Colorados surpreendentes, por ser tão longe do Sul. 

Eu jamais imaginei que torceria tanto por um time. Eu acompanho todos os jogos, todas as notícias, tenho contato com alguns jogadores, tenho um fã clube do Danny Morais e isso me deixa muito feliz. 

Eu me tornei Colorada através do Fernandão. Conheci ele em uma chácara aqui em Goiás e passei a acompanhar futebol para vê-lo, pois me encantei com a sua forma de ser. Até então, futebol não era algo muito presente na minha vida. Isso aconteceu em 2005. Eu tive a sorte de conhecer o Fernandão e o Inter em uma das suas melhores fases, quando fomos vice no Campeonato Brasileiro. E no ano seguinte vieram os títulos da Libertadores e do Mundial, em 2007, a Recopa, em 2008, a Sul-Americana e em 2009, o nosso tão sonhado Centenário. Eu realmente me apaixonei por esse time no melhor momento.

Eu sou uma goiana COLORADA, louca, apaixonada pelo Inter. E é como eu sempre digo: ninguém me faz trocar de time, pois o Sport Club Internacional é uma paixão, é um clube cativante, com uma história única e linda, que fez meu coração bater mais forte. Acho que já não existe a Priscylla sem ser Colorada, somos uma só em todos os momentos!

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