O detento Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, de 30 anos, mais conhecido como Cadu, foi morto na manhã desta segunda-feira (4) no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital.
Segundo informações enviadas em nota pela Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSAP-GO), Cadu foi morto durante uma briga com outro preso enquanto tomavam banho de sol, e que teria utilizado uma arma artesanal para golpear a vítima.
A nota afirma ainda que os agentes penitenciários tentaram sem sucesso impedir o confronto, e que a discussão entre os internos teria partido de Cadu. O caso está sendo investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), de Aparecida.
Leia, a seguir, a nota da SSAP-GO na íntegra:
“A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSAP) informa que a morte do interno Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, de 30 anos, conhecido como Cadu, ocorreu na manhã desta segunda-feira (4/04), durante banho de sol no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional, em Aparecida de Goiânia.
Os agentes penitenciários de plantão perceberam a movimentação e imediatamente intervieram na briga entre Carlos Eduardo e Nilson Ferreira de Almeida.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito. O caso está sendo investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia. Carlos Eduardo estava detido desde o dia 3 de setembro de 2014, cumprindo pena por latrocínio – roubo seguido de morte -, após roubar um veiculo em Goiânia e assassinar o proprietário.
Cadu é conhecido por matar o cartunista Glauco Vilas Boas e o filho dele, Raoni Vilas Boas, em 2010, no sítio onde a vítima morava, em Osasco (SP). Apesar de ter confessado a morte do cartunista, Cadu, que tem esquizofrenia, não chegou a ser julgado porque a Justiça o considerou inimputável.
O interno Nilson Ferreira se apresentou à direção e confessou a autoria. Disse ter usado uma arma artesanal para se defender durante a briga que, segundo o suposto autor, teria sido iniciada pela vítima. Será instaurada sindicância”.












