O Coletivo Justina, grupo que reúne artistas incluindo poetas em Aparecida de Goiânia, foi premiado internacionalmente pela produção de um curta-metragem.

O Ibercultura Viva lançou, durante a pandemia, uma convocatória para seleção de filmes curtas-metragens com o tema “Práticas comunitárias: solidariedade e cuidados coletivos”. O concurso dos vídeos contou com a colaboração da Secretaria de Cultura do governo do México e a direção de artes do Ministério da Cultura do Peru.

Sobre o assunto, o Sagres em Tom Maior dessa quarta-feira (30) entrevistou a diretora do filme “Ancestralidade”, Takaiuna Correia da Silva. Ela conta que faz parte de um coletivo de arte comunitária e ancestral chamado Justina, e explica que o tema do filme já era algo trabalhado por eles no grupo. Durante a pandemia os outros participantes do coletivo contribuíram na confecção das bonecas utilizadas no curta.

Sobre a mensagem que Takaiuma quis transmitir com o filme, a diretora conta que a ideia era fazer presente as mulheres negras de sua família. “São sete bonequinhas representando as gerações de mulheres negras, contando com a minha, que nesse processo histórico brasileiro foram libertas”, detalha.

Confira os detalhes da entrevista de Takaiuna no Sagres em Tom Maior dessa quarta-feira (30)