A Prefeitura de Goiânia inaugurou o novo Terminal Isidória, localizado no setor Pedro Ludovico, na segunda-feira (25/07), mas a estrutura provisória que não está mais em uso segue na região. No final da tarde desta quinta-feira (04), o prefeito Rogério Cruz se reunirá com o secretário Silvio Sousa, responsável pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento de Economia Criativa (Sedec), para decidir o que será feito no local.
Assista a entrevista na íntegra:
“As ideias estão colocadas, as sugestões da população estão sendo o divisor de águas porque a gente não vai fazer nada sem ouvir a população”, afirmou Sousa.
Segundo o secretário, técnicos da Sedec fizeram uma visita técnica no local na quarta-feira (03). Sousa explicou que a estrutura do terminal provisório ainda não foi oficialmente devolvida pelo consórcio da CMTC, que ainda está fazendo a retirada de equipamentos e que apenas a cobertura pertence ao município.
Existe uma série de reclamações por parte dos moradores em relação a segurança. Porém, o secretário da Sedec destacou que o local não está abandonado e frisou que está em processo de desestruturação.
“A parte que é da CMTC está sendo desestruturada, tem apenas uma semana que foi entregue o Terminal Isidória. […] O que vai ficar é apenas uma estrutura aérea de cobertura, então essa questão da segurança, inclusive, a GCM já está fazendo ronda no local, isso já está sendo trabalhado e tratado para que não haja constrangimento para os moradores da região”, explicou.
Alternativas
Na reunião de hoje a prefeitura vai decidir o que será feito no local. Segundo Sousa, no Plano Diretor consta que o lugar era um canteiro alargado que depois se tornou uma praça e que a principal opção seria revitalizar. Mas também há sugestões para uso da cobertura.
“Temos a opção de usar a cobertura já instalada para fazer feiras especiais ou sazonais, como a feira da mulher empreendedora, nos moldes das Feiras da Lua e do Sol, mas ainda está sendo discutido, tanto com os moradores da região do bairro Pedro Ludovico quanto com os moradores da rua que são também impactados”, disse.
De acordo com o secretário, os moradores da rua querem uma praça que sirva como estrutura de convivência, mas a ideia não está fechada entre os moradores do bairro.
“Quando a gente tem a dinâmica da vida coletiva tem que se respeitar a opinião coletiva. Essa é uma das boas opções. Tem outros grupos que querem feira americana, onde o produtor da agricultura familiar possa ir uma vez por semana vender seu produto, oferecendo para os moradores da região hortifrutis frescos e orgânicos; Outra parcela quer um centro de compra e lazer; e outra quer simplesmente que remova a estrutura e revitaliza a praça. E tudo isso está sendo levado em consideração”, afirmou.
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