Roni e Anderson Barbosa. Essa é a dupla de ataque vislumbrada pelo torcedor colorado atualmente. E a possibilidade existe, como reconheceram os próprios jogadores. Ídolo da torcida alvirrubra, principalmente pelos dois gols marcados na memorável vitória por 5 a 3 diante do Goiás em 1999, o atacante Anderson está no Vila se recuperando fisicamente.
“Quem não gostaria de jogar com um grande jogador como o Roni? O nome que ele tem, não tenho nem palavaras para falar, em todos os sentidos”, elogiou Anderson, em entrevista ao repórter da RÁDIO 730, Juliano Moreira. Roni também gostaria de contar com o parceiro no ataque colorado. “Vamos ver a próxima temporada, é muito bom tê-lo aqui”, comentou o capitão vilanovense.
Anderson, de 36 anos, ficou nove anos nos Emirados Árabes, e deve resolver o futuro assim que estiver em boas condições de jogo, o que deve demorar pelo menos um mês. A possibilidade de retornar ao Vila é cogitada,a mas não confirmada. “O futuro a Deus pertence, quem sabe? Acho que não é tão difícil e não é impossível. A gente vai trabalhar para que isso possa acontecer”, declarou.
Torcida de longe
O ídolo do “5 a 3” revelou que sempre acompanhou o Vila Nova pela internet no período que ficou fora do Brasil. “Sempre todo mundo me perguntava pra quem eu torcia, se era algum time do Rio ou de São Paulo e eu falava: torço pro Vila lá de Goiânia. Ninguém sabia e eu ficava explicando”, relatou o atacante.
Anderson ressaltou o aprendizado que teve no tempo em que atuou nos Emirados Árabes, mas que o futebol lá deixa muito a desejar. “O futebol lá é difícil. O pessoal lá não tem a qualidade que o brasileiro tem. A qualidade é muito ruim, você acaba treinando bem menos, você treina só á tarde, porque os jogadores tem outro emprego”, comentou.
Ele ressaltou a questão financeira, que segundo o jogador, é a principal meta dos jogadores que se aventuram no futebol árabe. “Não só eu, como qualquer outro jogador que vai para o mundo árabe vai por condições financeiras. Financeiramente é bom pra todo mundo, e no meu caso não foi diferente”, avaliou.













