A semana tem sido muito intensa para o Atlético Clube Goianiense. Derrota em casa com o time no Z-4, protesto de torcedores e resposta do presidente Adson Batista. Entretanto, para o técnico Eduardo Baptista, é uma pressão “normal”, visto que a fase não é boa.
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“Tudo é natural em um momento como esse quando o resultado não vem. Eu me apego à produção, a gente enfrentou o vice-líder e acuamos eles. Tivemos quatro chances para fazer o gol, outra para empatar em 2 a 2, com 0 a 0 tivemos duas chances reais. Então, o efeito da primeira semana cheia de trabalho aconteceu, infelizmente nós ainda tomamos gol. Eu acredito muito em trabalho. Qualquer conversa que tivermos não resolve muito, o que motiva é trabalho”, destacou.
E se o resultado não vem, Eduardo Baptista admitiu que as ideias de mudanças começam a surgir, seja de formação tática, maneira de jogar ou de qualquer outra ordem.
“Só penso nisso. A metodologia de treino acho que eles estão comprando a ideia, você vê a parte ofensiva já começa a dar uma resposta boa. A gente precisa ter um pouquinho mais de tranquilidade para terminar as jogadas. Então, um pouco mais de confiança, chegar com mais definição. A gente tem buscado uma maneira de jogar, se defender, algumas variações”, contou.
O Atlético-GO só volta a campo agora na próxima quarta-feira (28), quando o visita o Corinthians na Neo Química Arena, às 19h. Em seguida, o time já viaja para Santa Catarina, onde visita o Avaí no sábado (1º). Na visão de Eduardo Baptista, voltar das jornadas com quatro pontos pode ser uma boa marca.
“O que eu tenho falado para eles é que não adianta a gente pensar em dois jogos, e sim o próximo. Temos um adversário duro, que é o Corinthians, jogando em casa sempre é muito competitivo, o torcedor joga junto, nós conhecemos, mas o Atlético já conseguiu fazer o resultado lá. Temos que buscar, treinar e se preparar. Depois pensar no Avaí”, opinou.